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	<title>Minhoto Advogados</title>
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	<description>Escritório de Advocacia em São Paulo</description>
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		<title>Governador sanciona Lei que institui Dia Estadual do Representante Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 21:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Representante Comercial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://minhoto.com.br/governador-sanciona-lei-que-institui-dia-estadual-do-representante-comercial/">Governador sanciona Lei que institui Dia Estadual do Representante Comercial</a> apareceu primeiro em <a href="https://minhoto.com.br">Minhoto Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div      class="vc_row wpb_row section vc_row-fluid  vc_custom_1629383218214" style=' text-align:center;'><div class=" full_section_inner clearfix"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><em>Data será celebrada anualmente em 1° de outubro.</em></p>
<p>O governador João Dória (PSDB) assinou na quarta-feira (15/09), a Lei n°17.407 que institui a criação do <strong>Dia Estadual do Representante Comercial</strong>, defendido pelos profissionais paulistas e discutido na Assembleia Legislativa de São Paulo, a partir da proposta do Deputado Estadual Castello Branco, apresentada à Casa no início de 2020.</p>
<p>O fato de o Projeto ter se tornado Lei é um sinônimo de reconhecimento aos esforços da categoria que movimenta a economia de 645 municípios paulistas.</p>
<p>&#8220;Esse sempre foi o desejo da atual diretoria do Core-SP, e saber que se tornou realidade nos deixa honrados. Um marco histórico para aqueles que levam a profissão de representação comercial com seriedade, ética e paixão.&#8221;, disse o Diretor-Presidente do Conselho, Sidney Fernandes Gutierrez.</p>
<p>No ícone abaixo, é possível visualizar a publicação oficial do texto, que também foi assinado por Patrícia Ellen da Silva, Secretária de Desenvolvimento Econômico; Fernando José da Costa, Secretário da Justiça e Cidadania, e Cauê Macris, Secretário-Chefe da Casa Civil.</p>
<p>O Core-SP parabeniza os representantes comerciais pela conquista e agradece ao Deputado Castello Branco pelo apoio nessa causa.</p>

		</div> 
	</div> 
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			<p><i>Fonte: CORE-SP</i></p>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div></div><div      class="vc_row wpb_row section vc_row-fluid  vc_custom_1629383218214" style=' text-align:center;'><div class=" full_section_inner clearfix"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="call_to_action normal" style="background-color: #1e73be;padding-top: 60pxpx;padding-bottom: 60pxpx;"><div class="container_inner"><div class="two_columns_75_25 clearfix"><div class="text_wrapper column1"><div class="call_to_action_text  font_weight_inherit" style="font-weight: 700;">Fale agora mesmo com um Advogado Especialista</div></div><div class="button_wrapper column2"><a itemprop="url" href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511946452881&amp;text=Quero%20falar%20com%20um%20Advogado%20Especialista!" class="qbutton white large" target="_blank" style="color: #ffffff;border-color: #ffffff;background-color: #125b8c;"data-hover-background-color=#ffffff data-hover-border-color=#ffffff data-hover-color=#1e73be>Falar com Especialista</a></div></div></div></div></div></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>DA ILEGALIDADE DA RECUSA AO PAGAMENTO DO SEGURO DE VIDA POR DOENÇA PREEXISTENTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 03:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas Seguradoras têm recusado indenizações por morte em seguro de vida, justificando-se ante a suposta doença preexistente ao contrato, a qual seria a causa do óbito do segurado. Entretanto, o Tribunal de Justiça de São Paulo tem repetidamente entendido que é necessária a inequívoca prova...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas Seguradoras têm recusado indenizações por morte em seguro de vida, justificando-se ante a suposta doença preexistente ao contrato, a qual seria a causa do óbito do segurado.</p>
<p>Entretanto, o Tribunal de Justiça de São Paulo tem repetidamente entendido que é necessária a inequívoca prova de que o segurado prestou informações falsas com o objetivo de influenciar diretamente no valor do prêmio ou até mesmo na aceitação do seguro.</p>
<p>Não havendo provas que indiquem a omissão de informação relevante sobre o estado de saúde do segurado, o Tribunal de Justiça não tem acolhido a recusa das Seguradoras.</p>
<p>É preciso ter presente que, assim como a inocência, a boa-fé do segurado é presumida e cabe totalmente à Seguradora fazer prova em contrário, demonstrando claramente que ele teria agido de má-fé, omitindo doenças das quais tinha ciência com a finalidade de concretizar o seguro sem maiores problemas.</p>
<p>Em verdade, o Tribunal de Justiça tem ido além. Tem exigido das Seguradoras relatório médico da condição de saúde de seus novos segurados ou avaliações médicas prévias, sob pena de ao não fazê-lo assumir os riscos da cobertura securitária.</p>
<p>Não se pode ignorar o fato de que muitas Seguradoras celebram contratos de seguro, recebem o valor do prêmio mensal por anos em uma atitude absolutamente contemplativa, não exercendo os cuidados necessários que o negócio em debate exige. É a indenização que uma família receberá pela perda de um ente, certamente, indispensável financeiramente, portanto, há que se conduzir todo o negócio com a grandeza que ele representa. Todavia, apenas após o sinistro insistem na regularidade da recusa alegando a existência de doença preexistente.</p>
<p>No momento da contratação, pouco se exigiu sobre exames, atestados médicos e até mesmo declarações de saúde completas e devidamente respaldadas. Aceitou-se o prêmio por anos e anos para, ao final, recusar a indenização.</p>
<p>É esse tipo de situação que deu origem ao entendimento de que a dispensa de exame médico do segurado não exime a seguradora do pagamento da indenização sob a alegação de omissão de doença preexistente, competindo-lhe comprovar a má-fé do contratante. Assim, editou-se a Súmula nº 609, do Superior Tribunal de Justiça, segundo a qual &#8220;A recusa de cobertura securitária, sob a alegação de doença preexistente, é ilícita se não houve a exigência de exames médicos prévios à contratação ou a demonstração de má-fé do segurado.&#8221;.</p>
<p>Isto posto, atente-se ao contratar um seguro, preenchendo a proposta da forma mais leal e legítima possível. De outro lado, caso sinta-se prejudicado, saiba que o Poder Judiciário pode estar ao seu lado e consulte um advogado especializado para um parecer; assegure seu direito!</p>
<p>Leia. Entenda. Conheça seus direitos e faça-os valer</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Meu plano de saúde pode ser cancelado por falta de pagamento?</title>
		<link>https://minhoto.com.br/meu-plano-de-saude-pode-ser-cancelado-por-falta-de-pagamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 15:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Plano de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, seu plano de saúde poderá ser cancelado a qualquer momento por falta de pagamento, desde que a Operadora o tenha devidamente notificado! Toda essa questão veio à tona quando o Supremo Tribunal Federal, acionado pela CNSEG &#8211; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Sim, seu plano de saúde poderá ser cancelado a qualquer momento por falta de pagamento, desde que a Operadora o tenha devidamente notificado!</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Toda essa questão veio à tona quando o Supremo Tribunal Federal, acionado pela CNSEG &#8211; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização, declarou inconstitucional Lei instituída no Estado de Rio de Janeiro que impedia Operadoras de suspender, cancelar o plano de saúde e até mesmo de cobrar multa e juros dos beneficiários inadimplentes. Referida Lei também previa a possibilidade de parcelamento do débito pelo consumidor antes de ser suspenso ou cancelado o plano.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">A autora da ação CNSEG &#8211; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização sustentou que foi usurpada a competência privativa da União para legislar sobre direito civil e seguros. E mais, que a norma interfere diretamente na dinâmica econômica da atividade empresarial, ofendendo, assim, o princípio da livre iniciativa. Foi além a Autora, afirmou ser inaceitável que apenas no Rio de Janeiro existam regras adicionais e distintas, sem alcançar o âmbito federal, impondo aos cariocas um tratamento diferenciado e prejudicial.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">O STF, por maioria, acatou a tese e declarou inconstitucional referida Lei, considerando que a matéria é de competência privativa da União. Ou seja, somente a União pode legislar sobre planos de saúde:</div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">&#8220;9. Em situação análoga à destes autos, o Ministro Dias Toffoli deferiu medida cautelar, em 17.3.2021, ad referendum do Plenário, nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade ns. 6.491 e 6.538, para suspender a eficácia de lei paraibana pela qual vedada a interrupção de contratos de plano de saúde por inadimplência durante a pandemia do novo coronavírus e prevista a possibilidade de pagamento posterior do débito de forma parcelada, sem juros e multa. Pontuou o Relator “que se trata de uma interferência via lei estadual na essência dos contratos de plano de saúde, previamente pactuados entre as partes e regulados pelas normas federais citadas, de forma a suspender a vigência de cláusulas contratuais que se inserem no âmbito da normalidade dos negócios jurídicos onerosos”.&#8221;</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Enfim, o Supremo Tribunal Federal decidiu pela inconstitucionalidade da Lei 8.811/20 do Rio de Janeiro impedindo a interferência do Estado nos contratos privados que deverão ser regulados por legislação federal.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Ficaram vencidos os ministros Marco Aurélio, Edson Fachin e Rosa Weber.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Fonte: Migalhas</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Dano Moral &#8211; Whatsapp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 15:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os fatos ocorreram após uma assembleia geral do condomínio. Um grupo de condôminos, integrantes de um grupo no aplicativo, manifestaram insultos sobre a atuação administrativa do síndico, tais como &#8220;só tem roubo&#8221; e &#8220;na certa tem caixa 2&#8221;. Promovida a ação, foi reconhecido o dano...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Os fatos ocorreram após uma assembleia geral do condomínio. Um grupo de condôminos, integrantes de um grupo no aplicativo, manifestaram insultos sobre a atuação administrativa do síndico, tais como &#8220;só tem roubo&#8221; e &#8220;na certa tem caixa 2&#8221;.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Promovida a ação, foi reconhecido o dano moral e um dos integrantes do grupo foi condenado a pagar danos morais.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Apresentado recurso, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal, por sua 4ª turma Cível, confirmou unanimemente a sentença de primeiro grau, mantendo a condenação do condômino a pagar indenização por danos morais ao síndico, já que restou claramente comprovado que o ofendeu por meio do aplicativo WhatsApp.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">O desembargador Sérgio Xavier de Souza Rocha afirmou, na decisão, que imputar ao síndico a prática de &#8220;caixa dois&#8221; não se confunde com simples críticas de administração, pois atinge a honra, a reputação e a dignidade da pessoa. Apontou, ainda, o quão lesivo o ato praticado, especialmente porque todas essas afirmações foram lançadas em grupo de WhatsApp com, aproximadamente, 213 participantes, todos esses de convivência diária com a vítima.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Conheça seus direitos, entenda-os e faça-os valer.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Fonte: Migalhas</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Falha no hospital gera Direito à Indenização</title>
		<link>https://minhoto.com.br/falha-no-hospital-gera-direito-a-indenizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 15:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Erro Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma gestante apresentou gravidez de risco com sério quadro de urgência. O atendimento inicial ocorreu às 22 horas, com a realização de duas cardiotocografias (exame que avalia situação fetal) com resultados totalmente insatisfatórios. Mesmo diante de tal situação, a internação e o parto foram realizados...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Uma gestante apresentou gravidez de risco com sério quadro de urgência. O atendimento inicial ocorreu às 22 horas, com a realização de duas cardiotocografias (exame que avalia situação fetal) com resultados totalmente insatisfatórios. Mesmo diante de tal situação, a internação e o parto foram realizados somente seis horas depois pelo hospital, às 4:00, cuja demora evidentemente resultou na morte do bebê.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Diante desse quadro, a 4ª câmara de Direito Público do TJ/SP majorou a condenação de primeiro grau, elevou de R$ 30 para R$ 100 mil reais , a indenização que os pais devem receber pela morte do filho nascituro. A condenação teve como fundamento a falha no atendimento prestado à gestante em unidade pública, face a demora claramente comprovada.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">O desembargador Ricardo Feitosa observou que a assistência prestada à gestante não seguiu os protocolos assistenciais da obstetrícia, &#8220;o quanto basta para firmar a responsabilidade do ente público, independentemente de saber se com o atendimento adequado o feto viveria ou não&#8221;, afirmou.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">A decisão do Tribunal foi unânime.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Fonte: Notícias Migalhas.</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pandemia e Dívidas: o que fazer?</title>
		<link>https://minhoto.com.br/pandemia-e-dividas-o-que-fazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 15:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Plano de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definitivamente a pandemia veio para chocar. Há uma infinidade de problemas que envolvem o tema. E como não poderia deixar de ser, muitos se desenrolam no Poder Judiciário. A empresa Autora, do setor hoteleiro, promoveu ação requerendo a antecipação de tutela para excluir seu nome...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Definitivamente a pandemia veio para chocar. Há uma infinidade de problemas que envolvem o tema. E como não poderia deixar de ser, muitos se desenrolam no Poder Judiciário.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">A empresa Autora, do setor hoteleiro, promoveu ação requerendo a antecipação de tutela para excluir seu nome do cadastro de proteção ao crédito. O Juiz de Direito da 7ª vara Cível de Campina Grande &#8211; Paraíba &#8211; acolheu o pedido e autorizou pelo período de 60 dias.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">A empresa sustentou que atua no setor hoteleiro, que realizou compras e investimentos, tendo sido, repentinamente, apanhada pela pandemia, fato fortuito que impossibilitou o pagamento de dívidas contraídas com as Rés.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Considerando todo o contexto (a propósito, mundial), o magistrado entendeu que restavam comprovados os requisitos que autorizam a concessão da tutela, pois a parte Autora demonstrou o risco inerente ao seu direito.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">O magistrado observou que a empresa Autora não ignora a dívida, mas a superveniência da situação atual no mundo é de conhecimento comum a todos: &#8220;a pandemia do vírus da covid-19 implicou na medida de isolamento social, atingindo o comércio e o setor hoteleiro como um todo&#8221;.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">E foi assim que o magistrado decidiu pela retirada do nome da empresa Autora dos cadastros de proteção de crédito, asseverando que não se trata de estímulo ao inadimplemento, mas mero prazo de suspensão de cobranças para que o autor possa negociar linhas de crédito, financiamento de dívidas e capital de giro para quitar seus débitos, considerando o vencimento deste em pleno período de crise.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">&#8220;Neste momento excepcional, a simples inclusão do nome da parte autora nos cadastros de restrição ao crédito não ajuda nenhuma das partes, visto que se não tem o meio para o devido adimplemento, não há solução para ninguém.&#8221;</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Finalizando, com estas considerações, o magistrado determinou aos promovidos a exclusão do nome da parte promovente dos órgãos restritivos de crédito pelo período de 60 dias.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Fonte: Notícias Migalhas</div>
</div>
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		<title>Ecmo Terapia: seu plano cobre?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 08:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Plano de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito embora o tratamento para a Covid-19 seja obrigatório, há procedimentos necessários na evolução do quadro do paciente decorrentes da doença inicial que são recusados pelas operadoras de plano de saúde. Exemplo que se tornou famoso nas mídias recentemente, em função do tratamento realizado por...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Muito embora o tratamento para a Covid-19 seja obrigatório, há procedimentos necessários na evolução do quadro do paciente decorrentes da doença inicial que são recusados pelas operadoras de plano de saúde.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Exemplo que se tornou famoso nas mídias recentemente, em função do tratamento realizado por um grande e renomado artista, é o denominado : ECMO – Oxigenação por Membrana Extracorporal.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">É fato que os planos de saúde o recusam. Alegam que a cobertura não é obrigatória vez que não consta no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde &#8211; ANS. Ocorre, todavia, que os consumidores precisam compreender que tal justificativa, aos olhos do Poder Judiciário, é abusiva e injustificável por não priorizar a vida dos pacientes.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">A verdade é que o rol de procedimentos previsto pela ANS relaciona uma cobertura mínima que não deve ser limitativa. E, nesse sentido, as decisões judiciais impõe a obrigação de proporcionar o tratamento, inclusive algumas prevendo pena de multa. O Poder Judiciário Paulista tem fundamentado suas decisões no Código de Defesa do Consumidor e especialmente em sua Súmula 102:</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">“Havendo expressa indicação médica, é abusiva a negativa de cobertura de custeio de tratamento sob o argumento da sua natureza experimental ou por não estar previsto no rol de procedimentos da ANS.”</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Portanto, havendo prescrição médica para referido tratamento, ainda que não previsto em contrato e recusado pela operadora de plano de saúde, busque informações com um advogado especializado sobre o seu caso. Somente ele poderá orientá-lo adequadamente.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Leia. Entenda. Conheça seus direitos e faça-os valer.</div>
</div>
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		<title>Pandemia: Passageiro poderá ser reembolsado pelos custos aéreos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 15:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas dois dias antes do embarque, a passageira apresentou sintomas de covid-19 e foi orientada, em consulta médica, a não viajar. Ao comunicar o ocorrido à agência de viagens, a autora teve seu pedido de reembolso recusado. Em sua decisão, o juiz analisou pontos como...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Apenas dois dias antes do embarque, a passageira apresentou sintomas de covid-19 e foi orientada, em consulta médica, a não viajar. Ao comunicar o ocorrido à agência de viagens, a autora teve seu pedido de reembolso recusado.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Em sua decisão, o juiz analisou pontos como a legitimidade passiva e responsabilidade solidária das empresas e a forma de tratamento jurídico (de acordo com a lei 14.034/20), visto que o voo não foi cancelado e não foi configurada desistência da autora.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">&#8220;A suspeita de COVID-19, como é de conhecimento notório, representa um estado gravíssimo de saúde, não sendo exigível da autora o embarque, a expor desnecessariamente os demais passageiros; daí por que, muito longe de qualquer responsabilidade exclusiva da consumidora, exsurge autorizada a integral restituição do preço pago: R$ 1.199,00.&#8221;</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Quanto à cláusula de não reembolso, o juiz declarou que é abusiva e, portanto, nula, pois &#8220;o problema decorreu de irresistível necessidade da consumidora, não de opção livremente exercida (desistência pura e simples), o que não se pode ignorar pena de chancelar-se indevido enriquecimento sem causa das fornecedoras&#8221;.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q">
<div dir="auto">Por isso é importante que voce entenda mais sobre seus direitos e faça-os valer.</div>
</div>
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		<title>HOME CARE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 15:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Home Care é o termo em inglês que significa: assistência médica domiciliar. Tem como objetivo a manutenção do tratamento de saúde de diversas doenças crônicas, terminais, e também casos de reabilitação, desde que não seja mais necessária a internação hospitalar. Ainda assim, são pacientes com...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Home Care é o termo em inglês que significa: assistência médica domiciliar. Tem como objetivo a manutenção do tratamento de saúde de diversas doenças crônicas, terminais, e também casos de reabilitação, desde que não seja mais necessária a internação hospitalar.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="510" height="340" src="https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/woman-walking-with-nurse-old-age-home-1.jpg" alt="home-care" class="wp-image-7327" srcset="https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/woman-walking-with-nurse-old-age-home-1.jpg 510w, https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/woman-walking-with-nurse-old-age-home-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 510px) 100vw, 510px" /></figure></div>



<p>Ainda assim, são pacientes com absoluta dependência para a realização dos cuidados cotidianos e também de enfermagem. Exatamente por isso, referida assistência exige e envolve uma grande equipe multidisciplinar, como médicos, enfermeiros muitas vezes 24 horas por dia, fisioterapia, dentre outros, que darão assistência semelhante à hospitalar.</p>



<p>Atualmente, por reiteradas decisões judiciais, referido atendimento é obrigação do SUS e da saúde complementar, muito embora não esteja previsto no rol de procedimentos de cobertura obrigatória dos planos de saúde, previstos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).</p>



<p>Inclusive o Tribunal de Justiça de São Paulo, com o objetivo de uniformizar o entendimento da Corte, editou a Súmula 90, em fevereiro de 2012, que diz:</p>



<p>“Havendo expressa indicação médica para a utilização dos serviços de ‘home care’, revela-se abusiva a cláusula de exclusão inserida na avença, que não pode prevalecer.”</p>



<p>Conclui-se, portanto, que o <a href="http://www.tjsp.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Tribunal de Justiça de São Paulo (opens in a new tab)">Tribunal de Justiça de São Paulo</a> firmou o entendimento que as negativas dos planos de saúde em relação aos serviços de home care são arbitrárias e merecem ser rechaçadas. E mais, que a cláusula contratual que exclui o referido tratamento domiciliar é totalmente abusiva.</p>



<p>Ocorre, todavia, mesmo diante de reiteradas decisões judiciais, que conduta das operadoras de planos de saúde não tem atendido administrativamente as diretrizes do Tribunal de Justiça de São Paulo, o que tem gerado infinitas ações judiciais. Em verdade, as operadoras, mediante a alta hospitalar com indicação para home care, tem negado a cobertura invariavelmente.</p>



<p>Daí a importância de orientar os pacientes: qual a atitude correta a ser tomada quando a operadora de plano de saúde recusar a cobertura home care?</p>



<p>Em primeiro lugar, é de extrema importância sempre se munir de provas contundentes. Declarações médicas. Exames. Fotos. Depoimentos de testemunhas.</p>



<p>Uma das provas mais importantes no caso é o relatório do médico, indicando claramente as razões para o requerimento da cobertura home care. Deverá mencionar claramente o estado de saúde do paciente, demonstrando quais os materiais médicos, equipamentos, medicamentos, equipes médicas e suas especialidades, enfermeiros, frequência das visitas, dentre outras inúmeras questões, tudo devidamente fundamentado em uma justificativa clínica. Especialmente a debilitada condição de saúde do paciente a ponto de exigir tratamento tão complexo.</p>



<p>Esse completo requerimento será encaminhado à Operadora de Plano de Saúde, antes da alta hospitalar. Na hipótese de negativa, o que vêm acontecendo reiteradamente, justifica-se a tomada imediata de medidas judiciais, inclusive o pedido de que seja atendida a referida cobertura de forma liminar, logo no começo do processo. E tais medidas judiciais, quando devidamente instruídas, têm sido atendidas rapidamente pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>



<p>A ação judicial, após o deferimento da liminar, terá seu normal prosseguimento, provavelmente com a realização de perícia médica para confirmação do laudo apresentado à Operadora do Plano de Saúde. Tudo isso poderá demorar 1, 2 anos ou mais, até uma decisão final.</p>



<p>Mas, o importante para garantir o sucesso da ação, é obter um relatório médico que retrate a real necessidade do paciente e instruir corretamente o processo, de forma que a prova pericial seja favorável ao paciente e, assim, a liminar seja confirmada em sentença e acórdãos.</p>



<p>Finalizando, é importante informar que os entendimentos jurisprudenciais dentro do Superior Tribunal de Justiça quanto aos planos de saúde são conflitantes. Enquanto a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça endossa a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, a 4ª Turma entende de forma contrária.</p>



<p>Lei. Entenda. Conheça seus direitos e faça-os valer.</p>



<p>Veja mais notícias sobre Planos de Saúde em nosso <a href="https://minhoto.com.br/blog">Blog</a></p>
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		<title>LIMINAR – NÃO INCIDÊNCIA DE IMPOSTO DE RENDA EM INDENIZAÇÃO NA REPRESENTAÇÃO COMERCIAL</title>
		<link>https://minhoto.com.br/liminar-nao-incidencia-de-imposto-de-renda-em-indenizacao-na-representacao-comercial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 20:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Minhoto Advogados impetrou mandado de segurança buscando suspender preventivamente a exigibilidade da retenção e recolhimento do imposto de renda sobre a INDENIZAÇÃO decorrente da rescisão do contrato de representação comercial. E obteve sucesso.&#160; O mandado de segurança foi recebido e julgado procedente nos termos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Minhoto Advogados impetrou mandado de segurança buscando suspender preventivamente a exigibilidade da retenção e recolhimento do imposto de renda sobre a INDENIZAÇÃO decorrente da rescisão do contrato de representação comercial. <strong>E obteve sucesso.</strong>&nbsp;<br></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14.jpg" alt="IMPOSTO DE RENDA - REPRESENTAÇÃO COMERCIAL" class="wp-image-7322" srcset="https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14.jpg 1000w, https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14-300x300.jpg 300w, https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14-150x150.jpg 150w, https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14-768x768.jpg 768w, https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14-570x570.jpg 570w, https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14-500x500.jpg 500w, https://minhoto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/14-700x700.jpg 700w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>O mandado de segurança foi recebido e julgado procedente nos termos do artigo 1º da Lei nº 12.016/2009 que disciplina o procedimento e dá outras providências. Foram reconhecidas as relevâncias dos fundamentos expostos e o risco do perecimento do direito.&nbsp;<br></p>



<p>A Justiça Federal reconheceu que o Superior Tribunal de Justiça já se posicionou sobre a matéria, ao julgar o Recurso Especial 1317641/RS, definindo que os valores pagos em decorrência da rescisão de contrato de representação comercial têm natureza INDENIZATÓRIA e não remuneratória, logo, não se sujeitam à tributação pelo imposto de renda.&nbsp;<br></p>



<p>Portanto, havendo evidências de que a quantia a ser recebida pelo REPRESENTANTE COMERCIAL se caracteriza como INDENIZATÓRIA, há que se afastar a incidência do imposto de renda.&nbsp;<br></p>



<p>Leia. Entenda. Conheça seus direitos e faça-os valer. </p>



<p></p>



<p>Veja mais em nossa página sobre <a href="https://minhoto.com.br/advogados-especialistas-representantes-comerciais/">Representação Comercial</a><br></p>
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